Muitos consumidores ignoram as construções modulares comerciais quando
estão tentando abrir um novo negócio ou expandir seus serviços para
novos consumidores. O mercado para construções e unidades de
armazenamento pré-fabricadas cresce a cada dia porque essas unidades
requerem menos comprometimento financeiro do que as estruturas
tradicionais.
O processo para a aquisição de uma construção modular comercial
A
grande parte dos donos de empresa sabe pouco sobre construções
modulares. Normalmente, eles somente reconhecem que essas são mais
baratas e acessíveis do que as estruturas tradicionais. Essas
construções são populares entre os donos de empresa porque a criação de
estruturas portáteis é bem simplificada. O processo de fabricação
depende inteiramente das especificações de cada cliente embora existam
alguns aspectos que são comuns a todas as construções modulares.
Normalmente,
um construtor especialista em peças modulares cria um grande inventário
de paredes internas, externas e tetos que serão então utilizadas em
estruturas pré-fabricadas. Esse abastecimento de elementos
pré-fabricados permite que o fabricante complete uma boa parte dos
projetos de seus clientes que desejam soluções rápidas para as suas
construções. Fabricantes estão aptos a utilizarem partes pré-cortadas
como paredes, telhados e janelas em projetos sob-encomenda através de
pequenas modificações.
A montagem de uma construção modular é
uma questão de levantar as paredes, aplicar adesivos, pregos e alguns
elementos para o telhado. No interior de cada unidade modular,
fabricantes instalarão elementos como mobílias, acessórios para as
janelas e comodidades extras antes de levantarem as paredes exteriores.
Cada parede externa é levantada seguindo o chão de montagem. Em seguida,
as paredes são conectadas com as adjacentes e com as paredes
interiores. Esse processo é similar de companhia para companhia com
variações pequenas dependendo dos materiais da estrutura e quais
comodidades estão sendo instaladas no interior.
Desenvolvendo uma planta arquitetônica acurada para uma construção modular comercial
Projetistas
trabalhando em construções modulares usam camadas múltiplas de desenhos
e preparação a fim de transmitir ao construtor uma idéia clara das
necessidades do consumidor. Donos de empresa devem estar envolvidos no
desenvolvimento das construções modulares, incluindo as estruturas com
mais de uma unidade e as que são feitas sob-encomenda. Existe uma série
de questões que precisam ser decididas entre o projetista e o cliente
antes que a produção possa começar dessa construção modular comercial.
A
camada inicial de uma planta arquitetônica fornece a altura, largura e
profundidade da construção modular para a equipe de montagem. Toda
planta arquitetônica precisa fornecer medidas acuradas de todas as três
dimensões a fim de evitar confusões durante a construção modular.
Construtores modulares possuem plantas arquitetônicas já prontas com as
dimensões adaptadas aos padrões dos produtos para que assim possam
diminuir o tempo gasto com planejamento.
As equipes de
projetistas empregadas por esses construtores de modulares gastam mais
tempo estabelecendo notas para os construtores do que calculando
dimensões. Essas notas podem ser colocadas em camadas sobre diversos
anteprojetos para que possam então ser distribuídas entre os
construtores, prestadores de serviço, clientes e inspetores locais. A
maioria dos projetistas trabalhará com construtores profissionais a fim
de criarem notas sobre o acabamento e o sistema de eletricidade,
hidráulico e mecânico que auxiliarão na instalação de unidades modulares
permanentes.
A última etapa de um planejamento em uma construção
padrão é a inclusão de pórticos, varandas, dosséis e garagens em uma
unidade modular. Esses adicionamentos requerem um planejamento cuidadoso
por parte dos projetistas porque clientes querem que os elementos
adicionados sejam esteticamente interessantes enquanto mantêm seus
propósitos originais. Construções modulares que possuem passadiços,
garagens e áreas de trabalho precisam de adaptações adequadas a fim de
receberem ventilação, iluminação e espaço o bastante para que passem em
uma inspeção governamental.
Preparação de uma área de construção para os produtos modulares comerciais
O
objetivo principal dos prestadores de serviço e clientes durante a
preparação de uma área para construção deve ser encontrar estabilidade e
conectividade. Um comerciante que deseja utilizar construções modulares
para armazenamento temporário precisa trabalhar com uma companhia de
escavação para aplanar o solo e remover qualquer obstáculo antes da
instalação. Empresários que desejam estabelecer construções modulares
permanentes como parte de seu patrimônio precisam consultar uma empresa
de escavação e conseguir informação sobre uma fundação adequada. Pode
ser necessário colocar camadas de concreto por debaixo das unidades
modulares a fim de se submeter a regulamentações contra terremoto,
furacão, e congelamento criadas por governos regionais.
Questões
de conectividade são essenciais para empresas que irão utilizar as
construções modulares como salas de encontro e escritórios. Toda empresa
deseja que suas unidades modulares sejam capazes de receber internet,
telefone, e qualquer outro fluxo de informação deve procurar uma
companhia local especializada em telecomunicação para que ela possa
descobrir quais são os obstáculos. Unidades modulares com banheiros,
cozinhas e outras áreas com encanamento precisam estar conectadas com as
linhas hidráulicas antes que possam abrir as portas.
Procurando fornecedores de construções modulares comerciais
Empresas
que desejam utilizar construções modulares e portáteis precisam
trabalhar com construtores confiáveis. O processo de construção de uma
unidade modular pode ser bem diferente do modo tradicional, mas as
diferenças e variações na qualidade do trabalho dentro de um certo
segmento continuam iguais. Os donos de empresa e diretores de agências
devem procurar recomendações sobre os construtores de estruturas
modulares antes de escolher novas unidades. Para se encontrar e filtrar
esses construtores, as três ferramentas principais incluem as listas da
câmara de comércio, páginas on-line e recomendações de algum colega de
profissão.
Essas três ferramentas para a seleção dos bons
construtores devem ser usadas juntas. A câmara de comércio da maioria
das cidades fornece uma lista das empresas locais e normalmente inclui
construtores modulares que estão procurando um pouco de exposição. Um
dono de empresa pode olhar páginas on-line com opiniões de outros
consumidores ou revistas especializadas com análises objetivas a fim de
encontrar opiniões sobre construções modulares. Os construtores que
passaram pelas críticas dos consumidores devem também passar sob os
olhares de seus amigos e colegas. Após esse processo, a pessoa deve
considerar os preços, seleção de produtos e a habilidade de criar
unidade modulares sob-encomenda.
Aplicações privadas de construções modulares comerciais
A
força que move o mercado de construções pré-fabricadas e portáteis é o
setor privado. Empresas utilizam construções pré-fabricadas com o
intuito de expandir em direção a novos mercados sem precisarem investir
em instalações caras. Algumas companhias mantêm essas construções por
décadas porque não possuem uma necessidade eminente de uma central feita
de tijolos. Existe uma série de cenários onde construções modulares
podem ajudar uma companhia a economizar dinheiro enquanto ela expande em
direção a novos mercados.
Alguns comerciantes que estão pensando
em iniciar uma rede de distribuição regional e nacional precisam de
construções modulares por uma série de propósitos. Uma companhia de
sapato pode utilizar construções modulares para armazenar seus produtos
enquanto estabelecimentos permanentes estão sendo preparados.
Comerciantes de roupa podem utilizar construções pré-fabricadas como
locações permanentes para promoções e descontos próximos as lojas já
estabelecidas. As possibilidades de armazenamento e locais para venda da
ponta de estoque são expandidas com construções modulares comerciais.
Cadeias
de lojas estabelecidas no mercado utilizam construções pré-fabricadas a
fim de despejar dezenas de unidades de venda da ponta de seu estoque
dentro de uma comunidade em apenas alguns meses. Bancos regionais e
nacionais adoram utilizar construções modulares para formar uma base
para seus escritórios financeiros e assim facilitar uma propaganda da
marca de forma mais uniforme. Restaurantes de fast-food podem
rapidamente adicionar lojas novas a sua rede com o uso de construções
portáteis, adicionamento de drive-thrus e outros materiais exteriores. A
natureza custo benefício de construções pré-fabricadas permite que
companhias grandes aumentem seus lucros através de uma expansão rápida
em direção a novos mercados.
Aplicações públicas de construções modulares comerciais
Agências
públicas, organizações sem fins lucrativos e governos usam construções
modulares comercias a fim de implementarem programas em longo prazo. O
uso de construções portáteis durante um terremoto, furacão, e seca
representa uma das utilizações mais comuns desses produtos por agências
do governo. Durante as últimas duas décadas, construções portáteis se
mostraram comprovadamente eficientes em várias áreas ao redor de regiões
onde ocorreram tragédias.
Governos federais e estaduais tem
comprado milhares de construções modulares a fim de lidarem com as
crises de moradia e as crises nas prisões. Muitas famílias têm
dificuldade em encontrar uma residência que seja acessível e,
simultaneamente, limpa, segura e durável para as gerações seguintes.
Construções modulares comerciais permitem que as agências do governo
cortem as despesas enquanto continuam a fornecer abrigo para famílias
pobres.
A falta de espaço que ocorre em prisões federais e
estaduais em todos os níveis de segurança criou uma necessidade de
soluções mais acessíveis. Muitos estados utilizam construções modulares
de aço e concreto como celas temporárias para prisioneiros de baixo e
médio risco. Essas construções também são utilizadas como estações de
guarda e instalações de armazenagem para prisões que precisam que todo o
espaço possível seja destinado ao encarceramento.
Assim como
prisões, hospitais e outros projetos públicos, as escolas também têm
problemas com falta de espaço e dinheiro. A utilização de construções
modulares por escolas públicas nos Estados Unidos nasceu de uma
necessidade e também em conseqüência dos avanços nesse tipo de
construção. Muitas escolas utilizam construções modulares como anexos
permanentes onde aulas específicas e atividades são dadas para os
estudantes.
Escolhendo o material certo para uma construção modular comercial
Existem
alguns materiais fundamentais utilizados na construção de escritórios e
armazéns pré-fabricados – esses incluem madeira, metal, concreto e uma
mistura de plásticos. Na indústria de unidades modulares, o material
mais barato na compra e leve no transporte é a madeira de construção.
Consumidores pesquisando construções modulares precisam saber das
limitações de unidades feitas com madeira antes de acertar a parte
financeira. Construções de madeira podem facilitar o aparecimento de
cupim, mofo, e danos conseqüentes da infiltração de água – problemas que
não são encontrados em outros materiais.
Aço e concreto possuem
benefícios similares para os donos de construções modulares desse tipo
apesar de não terem o mesmo preço. Os dois tipos de estrutura agüentam
ventos fortes, condições climáticas severas, e resistem a todos os tipos
de mofo. Estruturas de aço são duráveis, não são inflamáveis e possuem
uma proporção entre resistência e peso que não pode ser igualada por
nenhum outro material. Em comparação com as estruturas de aço, as
estruturas de concreto podem mais facilmente ser adicionadas a uma
estrutura já presente porque elas se assemelham as estruturas de
concreto e argamassa. O processo de produção requerido para a formulação
de estruturas de aço faz com que as estruturas de concreto sejam a
opção mais acessível para a maioria dos consumidores.
O material
de construção modular mais moderno é o plástico de alta tecnologia que
possui os traços de uma estrutura de metal. Essas misturas de plástico
possuem centenas de marcas diferentes embora elas dividam algumas
características que atraem um número de clientes cada vez maior. Grande
parte desses produtores de plástico misturado pode moldar e formar esses
materiais de forma a criar construções que seriam impossíveis com
qualquer outro material. O peso baixo desse plástico misturado em
comparação com madeira, aço e concreto faz com que novas construções
possam ser facilmente transportadas do produtor para o local de
trabalho.
Financiando uma construção modular comercial
Qualquer
empresa que deseja utilizar construções modulares comerciais precisa
adquirir familiaridade com os vários tipos de financiamento. O custo
baixo de construções pré-fabricadas em comparação com estruturas
tradicionais cria uma tentação para os donos de empresa que podem
efetuar compras diretamente de suas contas bancárias. Existem algumas
virtudes em se utilizar um financiamento em longo prazo ao invés de uma
compra à vista.
Algumas empresas não precisam comprar as
construções modulares imediatamente a fim de atingir os seus objetivos
de curto e longo prazo. Um contrato de aluguel pode ser adquirido junto
aos fabricantes com o intuito de satisfazer necessidades temporárias com
empregados, armazenamento, ou venda – essa opção seria muito mais
acessível do que uma compra. Esses fabricantes podem oferecer um
programa de “aluguel para adquirir” destinado aos clientes que são leais
e venham a decidir manter as construções modulares.
Acordos de
financiamento são beneficiais para companhias em ascensão por vários
motivos. A liquidez mantida dentro dos cofres da empresa ao se utilizar
crédito para a compra de construções pode ajudar a manter as linhas de
produção. Fabricantes de modulares que possuem alguma relação com firmas
de financiamento podem oferecer tarifas com desconto no caso de compras
grandes sob um certo acordo financeiro. A produtividade e venda que são
criadas a partir de construções financiadas podem ajudar a pagar as
contas mensais enquanto asseguram algum lucro para as pequenas empresas.
Medidas protetoras para construções modulares comerciais
Toda
companhia precisa olhar além da compra inicial de uma construção
modular e considerar as medidas apropriadas de segurança. Companhias de
construção, bancos e instalações militares dividem uma preocupação em
comum: manter a proteção do lugar durante as horas em que a empresa não
está funcionando. O mito que construções modulares comerciais pode ser
facilmente infiltrada é dissipado diariamente por empresas que escolhem
sistemas de segurança integrados.
Uma ferramenta essencial para a
proteção de uma construção modular é um simples portão de metal.
Companhias podem melhorar as habilidades de proteção de um portão com
fiação, controle automático e eletrificação. Arame enfarpado sobre um
portão de segurança desencoraja um escalador em sua tentativa de entrar
em uma área de segurança alta. Controladores de portão podem ser
anexados às chaves, guaritas com guardas e outros aparelhos a fim de
restringir o acesso àqueles da equipe que estão autorizados. Instalações
militares e corporativas podem mandar choques de baixa voltagem através
da entrada do portão a fim de proteger material importante contra
qualquer par de olhos curiosos.
Existem métodos com tecnologia
avançada que asseguram a segurança em construções modulares comerciais e
portáteis que são preferidos por corporações. Uma série de sensores de
movimento pode ser instalada ao redor da instalação com o intuito de
alertar os guardas em caso de invasores. O uso de sistemas de entrada
sem chave permite que funcionários acessem as construções modulares
através de várias entradas sem precisar afunilar todo o trânsito em uma
única entrada. Câmeras noturnas e com infravermelho podem ser instaladas
em pontos altos ao redor da construção com o propósito de observar
pessoas andando ou problemas.
Todos esses elementos de proteção
devem passar através de uma construção portátil designada a ser a
guarita de guarda. Essa guarita de guarda deve ser conectada diretamente
com o portão de entrada com o intuito de observar todas as pessoas que
estejam acessando as construções modulares. Uma construção modular
utilizada como guarita de guarda pode ser conectada a um sistema de
entrada sem chaves, câmeras e sensores de movimento para assim fornecer
uma abordagem completa para a questão de segurança no local de trabalho.
artigosinformativos
Grupo 5
Blog dos Alunos do 1° Semestre de Administração e Relações Internacionais da Esamc Sorocaba 2012. Aqui apresentaremos informações referentes ao nosso Trabalho Interdisciplinar com o tema "Destino Sorocaba"
terça-feira, 3 de abril de 2012
CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL – O que é? Como fazer? O que comprar?
A sustentabilidade não é um assunto novo na construção civil,
mas ainda é tida como desafio. Isso porque construção sustentável
envolve os famosos “reduzir, reutilizar e reciclar” e coloca em prova a
consciência, o conhecimento e a criatividade do construtor. Isso mesmo.
Reduzir materiais como água, energia, cimento, areia, madeira e achar
alternativas para reutilizá-los, ou reciclá-los, envolve conhecimento,
criatividade para dar novas formas e consciência de que a ação protege o
planeta, por exemplo. Mais acessível no mercado, com materiais
alternativos, a sustentabilidade está com força na construção civil e
depende apenas do conceito de cidadãos e profissionais para existir.
E pensar nesse reaproveitamento é “preservar o planeta e entregá-lo às futuras gerações em melhores ou, no mínimo, nas mesmas condições em que ele está hoje”, acredita o arquiteto Musse Stefan, presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, em Sorocaba. Obra sustentável de acordo com o arquiteto, pode-se dizer que a construção sustentável é aquela
em que todos os processos envolvidos – desde o projeto, passando pela execução da construção e o uso do espaço construído -, contribuem para manutenção do planeta.
“Podemos ainda avaliar a sustentabilidade desde as atividades dentro do escritório onde foram feitos os projetos até a conscientização dos usuários sobre o uso do espaço construído”, observa. E para se realizar uma construção sustentável, explica ele, é preciso que haja primeiro a conscientização da importância da sustentabilidade. Um segundo passo é planejar a obra com esse conceito desde o início: o manejo de todo o material, a saída dos resíduos e assim por diante. “Muitas vezes devemos olhar para o passado e tentar não reinventar a roda. Há muita sabedoria embutida em alguns procedimentos que foram abandonados em nome do progresso”, garante ele.
água do chuveiro naturalmente. Um outro fator importante é evitar desperdício de água, com uso de equipamentos de baixo consumo – como as descargas com dupla função -, e reuso econômico da água, como sistema de reaproveitamento da chuva. O descarte consciente de resíduos de materiais, com gerenciamento de origem, uso e reciclagem – como a quantidade de madeira e reutilização posterior -, “é uma forma de evitar impactos ao meio ambiente”, garante Stefan.
Para o profissional, não há desvantagens numa construção sustentável e “em termos de custo, já é possível construir sustentavelmente. A grande mudança está nos conceitos”, garante. Quanto às vantagens, ele defende: “a principal delas é o respeito ao planeta. Há ainda a redução nos custos permanentes com consumo de água e energia”, observa. Acessibilidade do mercado Segundo o arquiteto, já estão disponíveis no mercado produtos com selo de sustentabilidade e outros que mesmo sem o selo podem ser avaliados como sustentáveis.
Para cada material, explica ele, há vários aspectos que devem ser observados: – que venham de locais próximos; que, sendo sintéticos, naturais e/ou transformados, sejam usados até o fim da vida útil, adequados para a reciclagem, reuso e reutilização; que tenham sido feitos sem agredir o meio ambiente e/ou deturpar as ordens sociais e culturais; que sejam economicamente vantajosos ao lugar e região em que são produzidos; que não poluam o meio no qual são utilizados; que colaborem para o fim das devastações ambientais.
E quanto aos equipamentos utilizados na obra, além dos conceitos anteriores, devem propiciar o reuso de duas partes; gerarem sua própria energia sem produzir resíduos ou funcionar através de alguma fonte de energia sustentável; além de aliarem suas funções eficientemente com as condições naturais do lugar em que são usados.
Obras do "Sorocaba Total" protegem rede de água
As obras do programa Sorocaba Total já
modificaram bastante o entorno das ruas José Joaquim Lacerda, Júlio
Ribeiro e Oswaldo Cruz. Quem circula por esse importante acesso aos
bairros da Zona Norte e da Zona Industrial, aos poucos começa a notar a
diferença com a qual o trânsito vai fluir.
Entretanto, a Prefeitura de Sorocaba desenvolve no local uma série de serviços fundamentais para a cidade, mas que ficarão invisíveis ao cidadão. Entre eles, está a instalação de dispositivos de drenagem e de proteção ao sistema de abastecimento de água da cidade.
Além das obras no sistema viário, por baixo da JJ Lacerda e Oswaldo Cruz passam alguns dos principais ramos adutores do sistema de abastecimento de água da cidade. O coordenador do Sorocaba Total, Valmir Almenara, explica que as obras transcorrem de modo a não interromper o grande volume de água que circula pelo local diariamente.
"Para garantir o funcionamento destes ramos adutores, estamos fazendo lajes e contenções e fazendo proteções para que a avenida possa ser construída sem interferências", detalha.
A região já havia recebido, anteriormente, estudos de macrodrenagem e obras para reforço no sistema de captação de águas pluviais em razão da proximidade com o Córrego do Cortume, e por receber água de chuva originária da avenida Ipanema e da Vila Carvalho.
Entre a JJ Lacerda e a Oswaldo Cruz, havia dois tubos de 1,5 m de diâmetro e, agora, existem três dispositivos. A Prefeitura elevou a futura pista em 4 metros e, ainda, implantou um "muro de gabião", formado por pedras, como auxiliar no sistema de contenção de águas.
Esas melhorias integram o Complexo Viário "André Franco Montoro", que começa na Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho – na altura da Av. Independência. A rota segue pelas avenidas Fernando Stecca e Camilo Júlio, entra na João Ribeiro de Barros, segue pela Oswaldo Cruz e JJ Lacerda.
Um viaduto terminará na altura da Av. Ipanema permitindo acesso às Rua Hermelino Matarazzo, avenida Brasil e avenida General Osório. Uma nova marginal ao longo do Córrego do Itanguá cruzará a Av. Santa Cruz e seguirá pela avenida Luís Mendes de Almeida até a Rodovia Raposo Tavares.
Maior obra viária em andamento no interior do São Paulo, gerenciada pela Secretaria de Planejamento e Gestão (SPG), o "Sorocaba Total" prevê melhores condições ao trânsito da cidade, com a implantação de 33 km de novas avenidas em três complexos viários; André Franco Montoro, Ulysses Guimarães e Mário Covas.
O projeto viabilizará o estabelecimento de rotas alternativas a partir da Castelinho possibilitando a diminuição do tráfego de veículos no centro. O investimento total do programa é de cerca de R$ 200 milhões, sendo 50% financiado pela Corporação Andina de Fomento (CAF).
Grupo 5
Entretanto, a Prefeitura de Sorocaba desenvolve no local uma série de serviços fundamentais para a cidade, mas que ficarão invisíveis ao cidadão. Entre eles, está a instalação de dispositivos de drenagem e de proteção ao sistema de abastecimento de água da cidade.
Além das obras no sistema viário, por baixo da JJ Lacerda e Oswaldo Cruz passam alguns dos principais ramos adutores do sistema de abastecimento de água da cidade. O coordenador do Sorocaba Total, Valmir Almenara, explica que as obras transcorrem de modo a não interromper o grande volume de água que circula pelo local diariamente.
"Para garantir o funcionamento destes ramos adutores, estamos fazendo lajes e contenções e fazendo proteções para que a avenida possa ser construída sem interferências", detalha.
A região já havia recebido, anteriormente, estudos de macrodrenagem e obras para reforço no sistema de captação de águas pluviais em razão da proximidade com o Córrego do Cortume, e por receber água de chuva originária da avenida Ipanema e da Vila Carvalho.
Entre a JJ Lacerda e a Oswaldo Cruz, havia dois tubos de 1,5 m de diâmetro e, agora, existem três dispositivos. A Prefeitura elevou a futura pista em 4 metros e, ainda, implantou um "muro de gabião", formado por pedras, como auxiliar no sistema de contenção de águas.
Esas melhorias integram o Complexo Viário "André Franco Montoro", que começa na Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho – na altura da Av. Independência. A rota segue pelas avenidas Fernando Stecca e Camilo Júlio, entra na João Ribeiro de Barros, segue pela Oswaldo Cruz e JJ Lacerda.
Um viaduto terminará na altura da Av. Ipanema permitindo acesso às Rua Hermelino Matarazzo, avenida Brasil e avenida General Osório. Uma nova marginal ao longo do Córrego do Itanguá cruzará a Av. Santa Cruz e seguirá pela avenida Luís Mendes de Almeida até a Rodovia Raposo Tavares.
Maior obra viária em andamento no interior do São Paulo, gerenciada pela Secretaria de Planejamento e Gestão (SPG), o "Sorocaba Total" prevê melhores condições ao trânsito da cidade, com a implantação de 33 km de novas avenidas em três complexos viários; André Franco Montoro, Ulysses Guimarães e Mário Covas.
O projeto viabilizará o estabelecimento de rotas alternativas a partir da Castelinho possibilitando a diminuição do tráfego de veículos no centro. O investimento total do programa é de cerca de R$ 200 milhões, sendo 50% financiado pela Corporação Andina de Fomento (CAF).
Obras do Sorocaba Total já facilitam trânsito da cidade
da assessoria de imprensa da prefeitura de Sorocaba
Maior
obra viária do interior do Estado de São Paulo, o "Sorocaba Total"
proporcionará até o final de 2012 a implantação de três novos complexos
viários, somando somam 33 Km de novas avenidas. Entretanto, ao percorrer
os trechos mais avançados das obras, os motoristas já notam os
primeiros benefícios para o trânsito da cidade. Alguns pontos da Zona
Industrial e da Zona Norte já apresentam avenidas duplicadas, com pistas
de 30 metros de largura e três faixas de rolamento, ciclovias, amplas
calçadas e sistema de iluminação.
Os
serviços do "Sorocaba Total" mais adiantados integram o Complexo Viário
“Ulysses Guimarães”, que começa nas proximidades da Rodovia Senador José
Ermírio de Moraes, a Castelinho. A partir dela, será possível acessar à
Av. Fernando Stecca em único sentido de tráfego. A avenida está sendo
duplicada em seu último trecho, que inclui a criação de uma nova faixa,
permitindo sua interligação ao Jd. Iguatemi.
Mesmo
com a etapa final das obras em andamento, já é possível para os
motoristas saírem da Fernando Stecca e seguir para Av. Camilo Júlio, que
já está com duas pistas, calçadas com três metros de largura e faixas
de rolamento sinalizadas. Atualmente, se desenvolvem as ações de pintura
e plantio de grama ao longo da ciclovia.
Acesso à Zona Norte
Após
percorrer cerca de 5 Km pela Fernando Stecca e Camilo Júlio, é possível
acessar à Av. Tadao Yoshida, revitalizada com duplicação de pista e
implantação de ciclovia em 2010. No final da avenida, a Prefeitura já
implanta a maior ponte viária da cidade, que se interligará à Av.
Ulysses Guimarães, reduzindo em mais de um terço o tempo que motoristas,
motociclistas e ciclistas levam para chegar ao Parque das Laranjeiras.
Atualmente, estão sendo montadas vigas de sustentação, para que a
montagem das lajes comece ainda nesta semana.
A
ponte se estenderá por cerca de 180 metros sobre o Rio Sorocaba,
percurso com pista duplicada, ciclovia, paisagismo e sistema de
iluminação. Por cima da ponte será possível visualizar o Parque da
Formosa e o Parque dos Ipês, que está sendo implantado na área onde
houve o Mega Plantio, de 50 mil árvores. O dispositivo terá 16 metros de
altura em relação ao rio e os serviços devem estar concluídos no
primeiro trimestre de 2012.
Depois
da conclusão da ponte, será possível passar pela Av. Itavuvu e chegar à
Av. Edward Frufru Marciano da Silva, que foi completamente revitalizada
e aguarda somente a substituição dos postes de iluminação. A partir da
sua duplicação e implantação de ciclovia e uma travessia sobre um
córrego, foi criado um novo acesso, interligando-a a Alameda do Horto. É
o último trecho do Complexo “Ulysses Guimarães”, que termina na Av.
Ipanema, nas proximidades da Cruz de Ferro.
33 Km de avenidas
Desenvolvido
pela Prefeitura, por meio de uma parceria com a Corporação Andina de
Fomento (CAF), o "Sorocaba Total" está criando 22 quilômetros de novas
avenidas e mais 11 quilômetros obras de revitalizações viárias, além da
implantação de novos parques e obras de drenagem urbana. As obras
representam um investimento de aproximadamente R$ 180 milhões, sendo 50%
financiado pela Corporação Andina de Fomento (CAF).
O
projeto prevê três Complexos Viários "Franco Montoro", "Mário Covas" e
"Ulysses Guimarães", que contribuirão com a qualidade de vida do
município, reduzindo o tempo de deslocamento das pessoas e melhorando o
trânsito da região central da cidade. “Aos poucos, a cidade vai ganhando
esta nova cara, que ela efetivamente necessita, para dar vazão ao
grande número de veículos que já temos e vem crescendo cada vez mais”,
destaca o coordenador do programa, Valmir Almenara.
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